Data Science - Reinventando a Indústria Farmacêutica como um Mercado de Ciência de Dados e Medicamentos

Data Science - Reinventando a Indústria Farmacêutica como um Mercado de Ciência de Dados e Medicamentos

O desenvolvimento de medicamentos requer certa dose de otimismo. Aqueles de nós que já trabalham no campo há tempo suficiente sabem que falhamos muito mais vezes do que conseguimos.

Sem esperança e confiança para fazer apostas estratégicas ousadas, nunca teríamos conseguido os incríveis avanços que mudaram vidas ao longo do século passado. O que compartilho aqui é uma das principais razões para meu otimismo: o poder dos dados e as tecnologias digitais emergentes.

Como Indústria Farmacêutica, temos vastos conjuntos de dados construídos a partir de inúmeros estudos em milhares de doenças e, em alguns casos, remontam a décadas. Sim, esta é a nossa mina de ouro: A riqueza de dados puros, curados, longitudinais e interventivos que, se aproveitarmos ao máximo, têm o potencial de transformar completamente a maneira como desenvolvemos medicamentos.

Acredito que as tecnologias em que se tem investido e nas quais integramos, em todos os aspectos, inclusive P&D, nos posicionam de maneira única para tomar à frente da Revolução Digital na Indústria Farmacêutica e reinventar a indústria como uma empresa de Ciência de Dados e Medicamentos.


A aplicação de tecnologias emergentes que, em muitos casos, desenvolvem-se em parcerias com outras indústrias, academias e governos, ajuda a impulsionar a próxima onda de inovação médica e a melhorar de maneira mensurável o funcionamento do mecanismo P&D.

Como indústria temos o potencial para usar Aprendizado de Máquina e a Análise Preditiva para melhorar a forma como iniciamos e gerenciamos os testes clínicos, tornando os prazos de teste mais curtos, melhorando a qualidade dos dados coletados.


Devemos repensar 'sites de testes', trazendo o tratamento para o Paciente - no consultório de seu Médico local ou mesmo em sua casa. Coletando insights mais ricos e diversificados por meio de aplicativos e sensores que forneçam dados em tempo real e informações de qualidade de vida que melhorem nossa compreensão sobre a progressão da doença.

Podemos usar as mais recentes tecnologias para extrair vastos tesouros de dados biológicos e riqueza de compostos para encontrar novos alvos de doenças e combiná-los com tratamentos que talvez nunca tenham sido encontrado por nós.

Podemos, DEVEMOS, desafiar o modelo farmacêutico tradicional e adotar práticas de tecnologia, como scrums e abordagens ágeis e aplicando o Design Thinking, para nos ajudar a trabalhar de forma mais aberta e em ciclos de inovação mais rápidos.


Embora existam muitas oportunidades, a integração da Ciência Digital e a Ciência de dados no modelo operacional farmacêutico apresenta novos desafios. Isso desafia nosso setor a pensar de maneira diferente e a ser colaborativo e transparente de maneiras que não estamos acostumados. O caminho a seguir não será fácil. Mas temos um recurso que outros não têm - nossa profunda experiência e compreensão da ciência e da medicina: a biologia da doença e do corpo humano, como criar medicamentos, como trabalhar com órgãos reguladores de todo o mundo para trazê-los a pacientes. Esta é uma especialização que tem sido trabalhada ao longo de décadas e continuará a ser uma das partes mais críticas de um novo ecossistema de saúde mais amplo.

Temos as ferramentas, o conhecimento e a capacidade para interromper o status quo ao alcance de nossas mãos. Agora precisamos da vontade e da ambição de construir um novo modelo visionário que combine tecnologia e a Indústria Farmacêutica, aproveitando a experiência e os pontos fortes de ambos os mundos para fornecer gerações de medicamentos transformadores.

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GDPR - Implicações da Globalização na Proteção aos Dados

GDPR - Implicações da Globalização na Proteção aos Dados

A entrada em vigor do GDPR na União Europeia vem recebendo um destaque apreensivo que é despropositado. Afinal de contas o GDPR nada mais é do que uma consolidação e atualização de regras que já estão em vigor há um bom tempo na região.


Regulação do Fluxo

GDPR fundamenta a importância capital da regulação do fluxo de informações pessoais tanto para a proteção da liberdade e privacidade quanto para o fortalecimento de fluxos comerciais e o interesse social, amadurecidos há décadas.  

O cenário que chama a atenção hoje envolve em parte a novidade do regulamento europeu, e o crescente ambiente de convergência dos seus fundamentos e instrumentos que buscam definir a equação que inclua a proteção da pessoa com o uso do fluxo de dados.


Homogeneidade e os Efeitos Extraterritoriais

Observações preocupadas quanto aos possíveis efeitos extraterritoriais do GDPR ou seus eventuais efeitos nas empresas brasileiras, não são comparáveis aos efeitos culturais na geopolítica da proteção de dados que, se não vinculam diretamente, são determinantes para modelar um inteiro sistema de proteção de dados. Para o Brasil, este é um vetor muito mais relevante.

As atuais leis de proteção de dados, existentes em mais de 120 países, em grande parte possuem entre si uma impressionante homogeneidade quanto à sua estrutura e conteúdo. Os princípios fundamentais que se encontram em praticamente todas elas derivam diretamente de um estudo técnico promovido no início da década de 1970 pelo governo norte-americano, princípios estes que seguiram a rota transatlântica para se abrigarem nas legislações de proteção de dados que diversos países europeus passaram a adotar na mesma década e se consolidaram em documentos internacionais como a Convenção 108 do Conselho da Europa ou as Linhas-Guia sobre proteção de dados da OCDE, ambas no início da década de 1980.  

Esta uniformidade não é de surpreender e deriva da própria natureza dos dados pessoais. Além de refletir o fenômeno da globalização de um direito fundamental como o da proteção de dados, também ocorre que a participação de dados pessoais em crescentes fluxos transnacionais de dados pessoais implica na necessidade de que leis de diferentes países possuam algum grau de compatibilidade, para que fluxos de dados legítimos não sejam prejudicados pela incompatibilidade entre regimes nacionais de proteção de dados.  


A Vocação da Convergência e seus Inerentes Riscos

Por conta desta crescente necessidade da participação de dados pessoais em crescentes fluxos transnacionais de dados pessoais, observou-se a natural vocação de convergência entre as leis de proteção de dados de diversos países. E a este motivo de caráter quase técnico, nos últimos anos vem se somando um outro: uma conscientização cada vez mais generalizada quanto aos riscos potenciais derivados da utilização abusiva de dados pessoais, a ponto de podermos identificar uma verdadeira universalização da percepção dos riscos quanto ao tratamento abusivo de dados pessoais.  

Este verdadeiro novo senso comum veio a superar a impressão de que o tratamento de dados pessoais poderia trazer riscos somente à privacidade de uma pessoa. Hoje, com a intensa utilização de dados pessoais nos mais diversos aspectos da vida cotidiana, problemas referentes ao seu tratamento podem ter resultados que vão muito além da privacidade: podem gerar discriminação e mesmo reduzir concretamente a liberdade e autonomia de um indivíduo, à medida que decisões que nos afetam diretamente passam a ser tomadas a partir de um tratamento de nossos dados que, eventualmente, pode ocorrer sem que o saibamos, sob critérios desconhecidos e utilizando dados que possam afetar concretamente as nossas liberdades.  

Esta possibilidade deixou de ser abstrata para se configurar em diversos escândalos que vêm cada vez mais populando páginas de jornais. Casos recentes como uma eventual manipulação eleitoral perpetrada pela empresa Cambridge Analytica, entre diversos outros que estão levando o debate para um campo que passa a incluir mais do que liberdades pessoais, incluindo liberdades políticas, afetando a rigidez do sistema democrático.  

O caráter transnacional deste cenário demanda soluções de idêntico porte - daí a busca por modelos e padrões internacionais de proteção de dados como forma de consolidar um verdadeiro "pacto global" sobre a utilização de dados pessoais.

A procura pela uniformização, no entanto está muito longe de ocorrer através de instrumentos normativos formais, como acordos ou tratados de largo alcance, principalmente devido à desarmonia de visões regulatórias entre países e atores de grande importância.


GDPR - Marco Jurídico e Cultural

GDPR é um marco não meramente jurídico como também cultural em matéria de proteção de dados, o que é perceptível, pelo fato de que países em todo o mundo recentemente tenham passado a adotar leis que, em alguma medida, refletissem em grande parte o modelo que viria a ser consolidado nele.

A demanda atendida pelo modelo do GDPR, porém, não é somente por direitos individuais. Sintetizando a madura implementação de um modelo de proteção de dados, ao mesmo tempo responde a uma necessidade cada vez maior e mais intensa de segurança jurídica para que os fluxos de dados ocorram sem risco de questionamento e sem que prejudiquem cidadãos, ocasionando uma crise de confiança derivada da Sociedade da Informação.  

Muitos serviços da Sociedade da Informação - muitas vezes tremendamente úteis - foram construídos a partir de garantias tênues ou mesmo inexistentes em relação aos direitos do cidadão sobre seus dados pessoais, e diversos dos problemas que hoje enfrentamos são efeitos colaterais deste descaso.

A natureza global de muitos destes serviços da Sociedade da Informação clama por soluções que, ainda que não sejam formalmente globais, partilhem dos mesmos princípios e valores para que se possa estender uma proteção isonômica aos seus usuários bem como segurança quanto aos fluxos de dados indispensáveis para o seu funcionamento. Neste sentido, o modelo do GDPR vem demonstrando grande potencial na indução de padrões globais, menos por conta de eventual efeito vinculante porém principalmente por representar um documento que sintetiza, hoje, esta tendência à convergência de normas de proteção de dados pessoais.


Fonte: Danilo Doneda

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O GDPR Dificulta a Cooperação Brasil Europa?


Todo os nossos dados pessoais estão por aí, no mundo. Por isto, a UE - União Europeia - aprovou em 2016 o GDPR - General Data Protection - (ou Regulation Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados). O GDPR implementa uma série de novos direitos para os cidadãos europeus ou ali residentes.



Mas, sempre há um mas, tal regulamento pode causar dificuldades na transferência de dados entre Brasil e Europa, mesmo em situações nas quais a segurança pública estiver em jogo - e boa parte dessa culpa caberá a defasagens da nossa própria legislação.



No âmbito da cooperação policial internacional, a Constituição da Interpol (1956) e as Regras sobre o Processamento de Dados para fins de Cooperação Policial Internacional (a começar dos seus arts. 2 e 3) têm permitido uma certa interação entre a Polícia Federal e seus congêneres nos demais Estados-membros da Interpol, para possibilitar as emissões das várias difusões (notices ou alertas) para captura de foragidos, localização de pessoas desaparecidas, identificação de cadáveres, rastreamento de indivíduos suspeitos etc.



Porém, atualmente, o Estado brasileiro enfrenta dificuldades para obter acesso a dados de cidadãos europeus ou residentes na União Europeia, quando tais dados são necessários à segurança pública, ao controle migratório ou a persecução criminal no Brasil. Por exemplo, a necessária articulação da Polícia Federal com a Europol exigiu a formalização de um acordo específico, em 2017, entre o Brasil e União Europeia, para atividades operacionais e de inteligência estratégica, mas sem a transferência de dados pessoais.  

Além disso, depende de um marco normativo brasileiro a maior integração entre o Ministério Público Federal e a Eurojust, um dos órgãos supranacionais da União Europeia. A Eurojust tem, desde 2005, suas regras para o processamento e proteção de dados pessoais. Conforme essas regras, tal integração transnacional só poderá ocorrer quando houver aqui um nível adequado e suficiente de proteção, que só virá com uma verdadeira lei geral de proteção de dados, com os requisitos mínimos, aceitos por aquela comunidade política.  

Com a entrada em vigor do Regulamento Geral da União Europeia, o Brasil ficará mais atrás neste campo e essa necessidade será ainda mais premente, tornando-se imprescindível adequar os atuais projetos de lei no Parlamento brasileiro ao marco europeu e às boas práticas globais.  

Isto significa que, não havendo um tratado bilateral com o país europeu de interesse ou um acordo geral de cooperação com a União Europeia, as autoridades do Judiciário e do Ministério Público brasileiros enfrentarão maiores dificuldades para o acesso a dados protegidos pelo Regulamento Geral Europeu.   

De acordo com o art. 45 do GDPR, a transferência de dados pessoais para um país terceiro ou uma organização internacional só ocorrerá se a Comissão Europeia – o órgão executivo da UE, com sede em Bruxelas – decidir que a pessoa jurídica de direito internacional público destinatária assegura um nível de proteção adequado. Tal adequação é avaliada pela Comissão com base nos seguintes elementos:  

a)  O primado do Estado de Direito, o respeito aos direitos humanos e liberdades fundamentais, a legislação pertinente em vigor, especialmente em matéria de segurança pública, defesa, segurança nacional e direito penal, e respeitante ao acesso das autoridades públicas a dados pessoais, incluindo as regras para a transferência ulterior de dados pessoais a outro país terceiro ou organização internacional, que são cumpridas nesse país ou por essa organização internacional, e a jurisprudência, bem como os direitos dos titulares dos dados efetivos e oponíveis, e vias de recurso administrativo e judicial para os titulares de dados cujos dados pessoais sejam objeto de transferência;  

b) A existência e o efetivo funcionamento de uma ou mais autoridades de controle independentes no país terceiro ou às quais esteja sujeita a organização internacional, responsáveis por assegurar o cumprimento das regras de proteção de dados, e dotadas de poderes coercitivos adequados para assistir e aconselhar os titulares dos dados no exercício dos seus direitos, e cooperar com as autoridades de controle dos Estados-Membros da UE; e  

c) Os compromissos internacionais assumidos pelo país terceiro ou pela organização internacional em causa, ou outras obrigações decorrentes de convenções ou instrumentos juridicamente vinculativos, bem como da sua participação em sistemas multilaterais ou regionais, em especial em relação à proteção de dados pessoais.  

Estes artigos do GDPR expõem a insuficiência da legislação brasileira no tocante à proteção de dados na cooperação jurídica internacional, sobretudo em matéria penal, especialmente se também considerada a Diretiva (UE) 2016/680 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 27 de abril de 2016, relativa à proteção das pessoas físicas no que diz respeito ao tratamento de dados pessoais pelas autoridades competentes para efeitos de prevenção, investigação, detecção ou repressão de infrações penais ou execução de sanções penais, e à livre circulação desses dados.   

Países não europeus prepararam-se para este novo salto na era da globalização digital, ao menos no campo do comércio exterior. Em 2016 entrou em vigor o EU–US Privacy Shield, acordo entre os Estados Unidos e a União Europeia, que estabelece o regime de proteção a dados transferidos.  Em suma, é imperioso que os projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional busquem desde já alguma simetria com o GDPR, sem o que será muito difícil a coordenação das autoridades nacionais de persecução criminal com órgãos europeus na luta contra a criminalidade grave, sobretudo a transnacional organizada. Este é o patamar da segurança.

Sob outra ótica, no ambiente dos direitos civis, a privacidade e a intimidade serão cada vez mais expostas e ameaçadas na sociedade digital. A possibilidade de processamento e de manipulação de dados, áudios e imagens e outros dados biométricos, para o bem e para o mal, coloca em choque os direitos de personalidade e o direito à segura.

Fonte: Vladimir Aras


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O que acontece em 1 Minuto na Internet em 2018?

O que acontece em 1 Minuto na Internet em 2018

O que acontece em 1 Minuto na Internet em:
2018 , 2017 , 2016

Em nossa vida cotidiana, o que acontece em 1 Minuto pode não parecer muito. Mas quando se trata da vasta escala da Interneto que acontece em 1 Minuto vai muito além do que poderíamos imaginar. Isso porque a Internet tem um grau de escala que nossos cérebros humanos lineares não estão acostumados a operar.

PARA ENTENDER MELHOR ESTE ARTIGO, LEIA TAMBÉM:


UM MINUTO DA INTERNET EM 2018

O infográfico de Lori Lewis (@LoriLewis) e Chadd Callahan (@OfficiallyChadd), da Cumulus Media, e mostra a atividade acontecendo em várias plataformas, como Facebook ou Google, a cada 60 segundos.

Isso realmente ajuda a colocar O que acontece em 1 Minuto na Internet em 2018 em perspectiva.


APENAS UM MINUTO POR FAVOR

Os números desses serviços são tão grandes que só podem ser exibidos usando a escala de tempo de 60 segundos.

Qualquer proporção maior incapacita nosso cérebros de acompanhar devido as enormes quantidades processadas. Aqui estão apenas alguns números-chave escalados mensalmente:


  • Logins no Facebook: 42.033.600.000 
  • Pesquisas no Google: 159.840.000.000 
  • Mensagens enviadas pelo WhatsApp: 1.641.600.000.000 
  • e-Mails enviados: 8.078.400.000.000 



Em uma base anualizada, os dados se tornam ainda mais ridículos, com algo próximo a 100 trilhões de e-Mails enviados. (Não é de admirar que seja tão difícil chegar à caixa de entrada zero!)


MINUTOS ANTERIORES


Se a visualização minuciosa da Internet parecer familiar, é porque ela é atualizada e relançada todos os anos, usando os dados mais recentes disponíveis. Veja abaixo uma comparação direta dos 2 últimos anos:


O que acontece em 1 Minuto na Internet entre 2017 e 2018


O maior e mais notável salto vem nas horas assistidas pela Netflix. Embora não tenhamos acesso a metodologia exata desses cálculos, sabemos que em Dez|17 foi anunciado pela Netflix que os usuários estavam assistindo aproximadamente 140 milhões de horas por dia. Isso corresponde a cerca de 100.000 horas por minuto, de acordo com nossa matemática clássica, o que ainda é incompreensível.
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O que acontece em 1 Minuto na Internet em 2017?

O que acontece em 1 Minuto na Internet em 2017

O que acontece em 1 Minuto na Internet em:
2018 , 2017 , 2016

Em Jul|2017 ficamos sabendo que o Facebook tem mais de 2 bilhões de usuários ativos mensais, o que significa que em determinado mês, algo como 25% da população da Terra fez login em sua conta do Facebook pelo menos uma vez. Este tipo de escala é tão grande, que fica quase impossível de entender.

PARA ENTENDER MELHOR ESTE ARTIGO, LEIA TAMBÉM:

infográfico acima é uma tentativa de colocar isso em perspectiva: imagine os assentos do Estádio Yankee lotado com 50.000 pessoas, multiplicados por 40.000. Essa reflexão sobre quantas diferentes pessoas efetuam logs no Facebook a cada mês em todo o mundo.


UMA JANELA MENOR

A analogia com Estádio Yankee pode ajudar, mas ainda é muito difícil visualizar.

A escala da internet é tão grande, que não faz sentido olhar para as informações numa base mensal, ou mesmo usando figuras diárias. Assim, vamos nos aprofundar apenas no que acontece na Internet em 1 Minuto:

Criado anualmente por Lori Lewis (@LoriLewis) e Chadd Callahan (@OfficiallyChadd), da Cumulus Media. Este infográfico mostra a incrível escala do e-CommerceMídias Sociaise-Mails, e dos demais desenvolvimentos de conteúdos que ocorrem na web.

Em 27 de Julho de 2017:

  • 900.00 logins no Facebook
  • 16 milhões de mensagens de texto
  • 4,1 milhões de vídeos vistos no Youtube
  • 342.000 aplicativos baixados na Apple Appstore e na Google Play Store
  • 46.200 imagens são carregadas no Instagram
  • 452.000 tweets são enviados
  • 990.000 Ações acontecem no Tinder 
  • 156 milhões de emails enviados
  • 40.000 horas de música ouvidas no Spotify
  • 50 primeiros dispositivos de voz enviados
  • 120 novas contas do LinkedIn criadas
  • 15.000 GIFs enviados no Facebook messenger
  • 1,8 milhão de snaps criados no Snapchat
  • 751.000 Dólares gastos online
  • 70k horas de Netflix assistiram
  • 3,5 milhões de pesquisas feitas no Google

COMPETIÇÃO CONTEÚDO

Se já fez um post no Facebook ou Instagram e o observou fracassar, é certeza que boa parte da culpa são os dados acima.

Este universo de Mídia Social não existe barreira à competição. As pessoas não têm tempo para olhar para os 452.200 tweets publicados por minuto, então, naturalmente gravitam ao redor de seus interesses sociais.


O que acontece em 1 Minuto na Internet entre 2016 e 2017

As pessoas olham para os conteúdos em quem confiam para verem o que está sendo dito, razão pela qual os influenciadores são mais importantes do que nunca para os comerciantes.

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