O que Nossas Pesquisas no Google revelam sobre Quem Realmente Somos


Quando muitos têm perguntas sobre coisas embaraçosas ou profundamente pessoais, não as fazem para os pais ou para um amigo, invariavelmente voltam-se para seu navegador: E então, perguntam ao Google!



Milhões de pessoas procuram respostas, através do buscador do Google, para elucidar suas perguntas, ou para saber mais sobre alguma coisa que deseja comprar, ou precisa conhecer mais a respeito de um lugar onde deseja encontrar os amigos. As pesquisas produzem um mapa das esperanças coletivas, medos e desejos.

Seth Stephens-Davidowitz, um ex-cientista de dados do Google, analisa a informação que deixamos para trás nos motores de busca, nas mídias sociais, além de outros lugares. Ele é o autor do livro Everybody Lies: Big Data, New Data, and What the Internet Can Tell Us About Who We Really Are (Todos Mentem: Big Data, novos dados, e o que a Internet pode nos dizer sobre quem realmente somos).

Não é muito reconfortante saber que dentro dessa caixa branca, onde bem poucas pessoas sabem mexer, ficam armazenados os aspectos mais reveladores de nossas personalidades e a de milhões de pessoas. Nessa caixa ficam: Seus interesses, seus problemas de saúde, e suas inseguranças. A através do uso de tais dados anônimospodem aprender muito mais sobre nós do que somos capazes numa vida.

Através da Mineração de dados a partir da Internet, Stephens-Davidowitz encontrou correlações surpreendentes que contam uma história muito diferente daquelas apresentadas pelas pesquisas. Os dados on-line permitem-lhe, por exemplo, estimar o percentual de homens americanos com preferências específicas; prever as taxas semanais de desemprego antes do governo federal divulgar as estatísticas oficiais; e descobrir os preconceitos inconscientes dos pais contra meninas.

Não são apenas pesquisadores como Stephens-Davidowitz que descobriram essa capacidade do Big Data para revelar a verdade. Milhares de empresas já utilizam tais informações para prever o nosso comportamento - desde se vamos pagar um empréstimo e até mesmo qual filme veremos no final de semana.

Estas novas formas de dados são tão valiosas que Stephens-Davidowitz argumenta sobre o motivo deles nos entenderem melhor do que entendemos a nós mesmos.

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