O que acontece em 1 Minuto na Internet em 2016?

O que acontece em 1 Minuto na Internet em 2016

O que acontece em 1 Minuto na Internet em:
2018 , 2017 , 2016

Em 18|04|16 a Excelacom publicou os números do que aconteceu em termos de consumo na Internet dos EUA em tempo real em 2016, destacando-se a velocidade com que bens e serviços físicos são comprados.

PARA ENTENDER MELHOR ESTE ARTIGO, LEIA TAMBÉM:

Analisemos o mundo digital no que aconteceu em 1 Minuto na Internet em 2016. As estatísticas são incompreensíveis e colocam em perspectiva como plataformas escaláveis ​​tomaram conta do mundo:

O Infográfico acima mostra quão importante é o elemento de escala para os negócios hoje.

O Google literalmente processa 2,4 milhões de buscas por minuto. Nesse mesmo período de tempo, 700.000 pessoas acessaram o Facebook e a Amazon vende mais de US$ 200.000 em produtos físicos e digitais.

As plataformas como as citadas acima são comparáveis ​​em magnitude a outras empresas de grande porte, mas sem as intensas despesas de capital, dívidas ou custos elevados. É por isso que a Alphabet, empresa controladora do Google, pode gastar mais de um bilhão de dólares a cada ano em “fotos da moda” e por que as ações do Facebook aumentaram 35,6% nas últimas 52 semanas (em Abril|2016).

Aqui estão as estatísticas completas sobre o que aconteceu em 1 Minuto na Internet em 2016:

  • 701.389 logins no Facebook
  • 69.444 horas assistidas na Netflix
  • 150 milhões de emails enviados
  • 1.389 'passeios' de Uber
  • 527.760 fotos compartilhadas no Snapchat
  • 51.000 downloads de aplicativos na App Store da Apple
  • $ 203.596 em vendas na Amazon
  • Mais de 120 novas contas do Linkedin
  • 347.222 tweets no Twitter
  • 28.194 novas postagens no Instagram
  • 38.052 horas de música ouvidas no Spotify
  • 1,04 milhões de loops de videira
  • 2,4 milhões de consultas de pesquisa no Google
  • 972.222 Tinder furtos
  • 2,78 milhões de visualizações de vídeo no Youtube
  • 20,8 milhões de mensagens no WhatsApp

São muitos dados a cada minuto, e esse volume de informações é parte do motivo pelo qual essas mesmas empresas estão priorizando a capacidade de processar e interpretar grandes volumes de dados mais do que nunca.

O Big Data está crescendo exponencialmente, pois os consumidores exigem mais conteúdo, mais velocidade e mais dados. Provedores de comunicação e mídia estão lutando para manter-se e estão constantemente competindo uns com os outros nos esforços para fornecer aos consumidores as velocidades de banda larga mais rápidas e de maior qualidade. Simultaneamente à aceleração da velocidade da Internet, o desafio de monetizar Big Data aumenta.


O Big Data está em toda parte e é inevitável. Varia de sugerir que filme assistir no Netflix para predizer tragédias nacionais. Quer você perceba ou não, como consumidores, o Big Data nos envolve em todos os lugares, influenciando as decisões que tomamos todos os dias. Por exemplo, ao fazer compras na Amazon, os produtos são recomendados para nós com base em nossos padrões de compra. Não é coincidência; O Big Data está nos bastidores, personalizando cada uma das nossas experiências de compra.


  • Uber - 695 mais passeios por minuto (aumento de 100%)
  • Amazônia - mais US $ 83.836 em vendas por minuto (aumento de 70%)
  • Spotify - 24.752 horas a mais de músicas enviadas por minuto (aumento de 186%)



O QUE ISSO SIGNIFICA PARA OS PROVEDORES DE MÍDIA E COMUNICAÇÕES?


Esses números estão aumentando a cada dia, a cada minuto e a cada segundo. Essa interrupção do Big Data deixa muitas oportunidades para os provedores de comunicação e mídia experimentarem seus benefícios. Com a infraestrutura certa e campanhas inovadoras e com visão de futuro, os provedores de comunicação e mídia podem cortar custos e aumentar significativamente as receitas. Em última análise, a experiência do cliente e as taxas de satisfação melhorarão, garantindo o sucesso futuro e a sustentabilidade para os provedores de comunicação e mídia.

O USO DO BIG DATA

Um artigo publicado na Fortune em 2015 aponta para uma excelente solução usando Big Data para uma das ameaças mais notórias que assola as cidades americanas: os ratos. De acordo com o artigo, o governo de Chicago tem usado o Big Data para desenvolver um algoritmo usando mais de 30 variedades de dados para controlar a população de ratos da cidade.

Seja rastreando ratos ou navegando na Web, o volume, a variedade e a velocidade do Big Data estão crescendo a uma taxa exponencial. Os dados estão aumentando tão rapidamente que o tráfego global está previsto para atingir mais de 100 trilhões de gigabytes nos próximos 10 anos (Isso em 2015!).

Com esse grande volume de dados, os provedores de mídia e comunicações têm grandes oportunidades de obter valor com isso. Com ideias inovadoras e a tecnologia de negócios certa, o Big Data pode ajudar a aumentar a receita por meio de ofertas sob medida para o cliente, diminuir os custos por meio da otimização da rede e melhorar a experiência geral do cliente.

Para capitalizar essas oportunidades, os provedores também devem se preparar para os desafios associados de negócios, tecnologia e regulamentação, incluindo:

  • Perceber o valor dos dados que contêm e definir os casos de uso apropriados;
  • Dominar a análise preditiva com dados de alta veracidade;
  • Construir a infraestrutura adequada com uma força de trabalho capacitada;
  • Compreender as restrições legais à captação de dados.



O Big Data está explodindo com uma abordagem inovadora e visão de futuro, os provedores podem usar essa oportunidade para obter uma vantagem real no mercado.


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